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Prefeitura divulga resumo da auditoria do sistema de transporte

Trabalho de verificação da Ernst & Young servirá de base para um novo edital

O sistema de transporte coletivo da cidade de São Paulo teve, em média, uma taxa interna de retorno real (acima da inflação) para seus acionistas de aproximadamente 18% por ano, no período de 2003-2013. A taxa interna de retorno (TIR) de projeto, que desconsidera alavancagem financeira, foi verificada em cerca de 14% por ano para as empresas concessionárias. O resultado, apresentado no relatório executivo da auditoria da empresa EY (Ernst Young) do sistema de transporte da cidade, é compatível com os termos dos editais originais e está alinhado com a prática de mercado e cenário econômico da época. Hoje, porém, as TIRs variam de 8% a 12%, em contratos recentes de transporte coletivo municipal de outras capitais. 

A auditoria também concluiu que os preços dos insumos utilizados pela SPTrans para cálculo da remuneração estariam 7,4% acima dos custos efetivos verificados para empresas concessionárias, considerando um cenário com dados das notas fiscais apresentadas e melhores práticas de mercado. Na comparação entre os dois cenários, por exemplo, se verificou nas notas fiscais que o combustível teve custo 1,3% menor do que o valor médio da ANP.

Tudo que nós queremos é, com base neste investimento [auditoria], dar consequência à decisão que tomamos no ano passado, de suspender a licitação, e, com base nessa verificação independente, melhorar a qualidade do nosso edital, do nosso contrato e, portanto, do serviço prestado à população”, disse o prefeito Fernando Haddad.

Conforme já divulgado em relatórios parciais, a Ernst Young também verificou a necessidade de aperfeiçoamento nos sistemas de gestão e fiscalização da SPTrans, além do descumprimento de regras de operação por parte de empresas. Um deles é a falta de 10% de partidas programadas nas linhas municipais, considerando uma semana amostral de 2013 sem ocorrências climáticas ou sociais. A prática pode acarretar uma economia potencial de cerca de R$ 30,8 milhões por mês para as empresas em seus custos. Porém, o sistema precisa da realização das partidas e não de um “corte” nesse custo.

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