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Mais da metade dos domicílios de SP terá isenção ou redução no IPTU

Reajuste residencial médio em toda a cidade será de 3,5%; teto será de 20%

Dos 2,6 milhões de domicílios do município, cerca de 1,1 milhão (cerca de 40% do total) estarão isentos do pagamento do IPTU em 2015. Outros 348 mil (12% do total) vão pagar menos imposto. O valor médio do IPTU para imóveis residenciais terá redução em 53 dos 96 distritos da cidade. As maiores quedas se darão nos distritos de Cidade Líder e Parque do Carmo, na zona leste, que terão redução média de, respectivamente, 17% e 17,4% no próximo ano. Os distritos de São Rafael (-13,8%), Anhanguera (-14,5%), Ermelino Matarazzo (-14,5%) e São Miguel Paulista (-14%) também terão redução média em 2015.
 
Esses benefícios decorrem da metodologia de cálculo do IPTU proposta pela Prefeitura, que reequilibra o pagamento do imposto na cidade a partir da diferenciação de três zonas fiscais distintas, de acordo com a variação do preço do metro quadrado construído. Assim, os bairros mais periféricos da cidade, que tiveram menor valorização imobiliária, terão redução média no pagamento de imposto.
 
Além da isenção para imóveis residenciais com valor venal de até R$ 160 mil e terrenos com valor até R$ 90 mil, a lei prevê que imóveis em nome de aposentados com rendimentos até três salários mínimos (R$ 2.172) também não paguem IPTU. Para os aposentados com rendimento até quatro salários (R$ 2.896) haverá um desconto de 50%. Para os casos de renda até cinco salários (R$ 3.620), o desconto será de 30% no valor do imposto. Antes da Lei Municipal nº 15.889/2013, que atualiza a Planta Genérica de Valores (PGV), a isenção era para imóveis residenciais de valor até R$ 97,5 mil e terrenos até R$ 73,8 mil. Os aposentados com rendimento acima de três salários mínimos não tinham desconto.
 
Dos 43 distritos da cidade onde moradores terão aumento médio de IPTU, 17  terão aumento médio até a inflação prevista, de 6,5%. Outros 11 distritos terão aumento médio entre 6,5% e 10%. Um aumento médio entre 10% e 15% será aplicado em 15 distritos. Em toda a cidade, cerca de 80 mil residências (3% do total) terão aumento até a inflação. Outros 50 mil domicílios (2%) terão reajuste entre 6,5% a 10%, e 900 mil (cerca de 34%) terão reajuste de 10% a 15%. Cerca de 240 mil residências (em torno de 9%) terão reajuste entre 15% e 20%.
 
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